Empresários destacam como valores bíblicos orientam a gestão e impulsionam o impacto social dos negócios

25/07/2026

Empresários destacam como valores bíblicos orientam a gestão e impulsionam o impacto social dos negócios

25/07/2026

Barreira viral

Foto: frank29052515 / Adobe Stock

O Brasil contabilizou 129 mil casos prováveis de chicungunha e 113 mortes pela doença em 2025. Para reduzir essas estatísticas, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade de Bonn, na Alemanha, criaram uma nova plataforma de vacina contra o vírus (CHIKV). Segundo os cientistas, eles conseguiram bloquear a maturação do agente infeccioso e impediram o seu desenvolvimento com um novo imunizante, o qual demonstrou ter potencial de segurança para diferentes idades. Os autores da pesquisa afirmam ainda que a tecnologia fundamentada no vírus Tobacco Etch Virus (TEV) pode ser adaptada para outros vírus, como dengue, zica e SARS-CoV-2 (covid-19). O estudo foi realizado depois de agências regulatórias globais terem recomendado a suspensão do uso da vacina IXCHIQ em pessoas idosas, após o registro de 17 eventos adversos graves, principalmente naquelas acima dos 60 anos. (Patrícia Scott com informações de Correio Braziliense)



Efeito prolongado

Foto: Arte sobre foto de Divulgação / Merck

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) produzirá, no Brasil, a cladribina oral, medicamento usado no tratamento da esclerose múltipla. Com isso, os preços vão cair, permitindo que mais pacientes recebam a terapia pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o qual incorporou a medicação em 2023. O remédio original, comercializado como Mavenclad (foto), é o primeiro tratamento oral de curta duração com efeito prolongado no controle dessa doença crônica e autoimune, que afeta o cérebro e a medula espinhal. Em nosso país, estima-se que 3,2 mil pessoas tenham a forma mais ativa da enfermidade. Sabe-se, no entanto, que mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla remitente-recorrente, caracterizada por episódios de surtos intercalados com períodos de remissão. Os casos mais graves podem provocar cegueira, paralisia e perda cognitiva. (Patrícia Scott com informações de Fiocruz)


Balança saudável

Foto: Divulgação – modificada por IA

Cinco minutos com a
Dra. Mariana Wogel

Por Patrícia Scott

Em meio à busca por emagrecimento rápido, muitas pessoas acreditam que reduzir drasticamente a quantidade de alimentos é a forma mais eficaz de alcançar esse objetivo. Todavia, dietas radicais, cortes excessivos na alimentação e fórmulas prontas podem provocar consequências severas à saúde e até dificultar o emagrecimento a longo prazo, segundo a nutróloga Mariana Wogel. “O segredo está na adoção de uma alimentação pautada em comida de verdade e na prática diária de atividade física”, pontua a médica. Nesta entrevista à Graça/Show da Fé, ela esclarece os principais erros de quem tenta perder peso, fala do emagrecimento individualizado e orienta como manter uma relação saudável com a comida.

Comer pouco é sinônimo de alimentação saudável?

Não. O mais importante é manter uma dieta equilibrada, com carboidratos, proteínas e gorduras, inclusive para possibilitar o emagrecimento saudável.

Por que o emagrecimento deve ser individualizado?

Para avaliar fatores como hormônios e metabolismo antes de definir um plano alimentar, já que cada organismo funciona de maneira única.

Existe uma dieta mais eficaz para emagrecer?

O segredo está na individualização alimentar, mas focando em alimentação de verdade. O principal é consumir alimentos frescos e naturais e reduzir os ultraprocessados. É recomendado evitar os produtos “zero” – ricos em adoçantes e químicos.

Quais são os erros mais comuns ao tentar emagrecer?

Seguir dietas muito restritivas ou copiar planos alimentares. Esse comportamento pode aumentar a compulsão alimentar, a irritabilidade, as dores de cabeça e gerar um ciclo de culpa e restrição, prejudicando o emagrecimento e a saúde.

O que acontece quando a pessoa entra no ciclo de restrição alimentar?

Após abandonar uma dieta muito restritiva, muitas pessoas exageram na alimentação e sentem culpa. Como consequência, algumas passam longos períodos sem comer ou retomam restrições severas. Esse hábito pode prejudicar a saúde, aumentar a compulsão alimentar e dificultar ainda mais o emagrecimento.

Como controlar a fome emocional?

Além da dieta equilibrada, a prática de atividade física reduz os sintomas relacionados à ansiedade. No entanto, em muitos casos, é necessário acompanhamento psicológico e, quando indicado, o uso de medicações específicas para cada paciente. O ideal é buscar ajuda multidisciplinar: médico, nutricionista, educador físico e psicólogo.


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