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25/09/2026Envelhecimento saudável
A prática de exercícios de força pode ser uma aliada importante para preservar a autonomia e a qualidade de vida na terceira idade. A musculação (foto ilustrativa) ajuda a manter grupos musculares essenciais para atividades cotidianas, como mãos, glúteos, panturrilhas e coxas. Com o envelhecimento, a perda de massa muscular, que começa aos 30 anos, tende a se intensificar, tornando o fortalecimento uma estratégia para melhorar o equilíbrio, a mobilidade e a resistência. Segundo o médico do esporte Marcial Pereira, a força de preensão palmar (a capacidade de segurar ou apertar objetos usando a palma da mão e os dedos) está relacionada à saúde geral, enquanto glúteos fortalecidos favorecem a estabilidade corporal. Já as panturrilhas auxiliam no retorno do sangue ao coração, e coxas resistentes reduzem o risco de quedas. A atividade física regular também beneficia os ossos e a saúde cardiopulmonar, atesta o especialista. (Patrícia Scott com informações de R7)
Consumo equilibrado

A pasta de amendoim integral (foto ilustrativa), feita apenas com o ingrediente e sem açúcar adicionado, é fonte de proteínas, gorduras insaturadas, fibras, vitaminas do complexo B e E, além de minerais, como magnésio, ferro e zinco. Apesar de nutritiva, é bastante calórica: uma porção de 30 g, equivalente a cerca de duas colheres de sopa, contém aproximadamente 163 calorias. No entanto, a proteína contribui para a manutenção e recuperação muscular, e os nutrientes fornecem energia ao organismo. O alimento também aumenta a saciedade, graças à combinação de proteínas, gorduras e fibras. Para quem pratica exercícios, pode integrar uma dieta equilibrada, mas o ganho de massa muscular depende de treinamento de força e controle da alimentação. Por ser energético, o consumo deve ser moderado e ajustado às necessidades de cada pessoa. (Patrícia Scott com informações de UOL)
Risco oculto

Cinco minutos com o
Dr. Thiago Germano
Por Patrícia Scott
A popularidade das canetas para emagrecimento – e seu sucesso comercial – fez surgir, na internet e nas redes sociais, a comercialização clandestina de versões falsificadas. Sem origem comprovada e sem controle de qualidade, esses produtos podem conter concentrações inadequadas e provocar efeitos imprevisíveis. A falsificação e a venda ilegal de produtos de uso terapêutico ou medicinal são crimes graves contra a saúde pública, previstos no artigo 273 do Código Penal Brasileiro, classificados como hediondos. “Antes da compra, é importante verificar se o medicamento possui registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), desconfiar de preços muito abaixo da média e evitar mercadorias vendidas em canais informais”, alerta o cardiologista Thiago Germano. Nesta entrevista à Graça/Show da Fé, ele fala dos riscos do consumo desses medicamentos sem acompanhamento médico.
Quais são os riscos do uso de canetas emagrecedoras irregulares?
A principal preocupação é a composição desconhecida das substâncias, que pode sobrecarregar o coração e causar pressão alta, arritmias, infarto e até complicações fatais. Além disso, esses produtos não passam por controles de qualidade, deixando o paciente exposto à falta de eficácia e a possíveis reações adversas.
A falta de acompanhamento médico pode agravar os riscos?
Sim. O uso sem orientação pode mascarar doenças ou agravar hipertensão, insuficiência cardíaca e problemas arteriais e cardiovasculares, com complicações maiores para quem já apresenta fatores de risco.
Como utilizar medicamentos para o tratamento da obesidade com segurança?
Apenas com prescrição médica e acompanhamento profissional, além de adquirir as medicações somente em locais autorizados. Produtos de origem duvidosa ou vendidos em redes sociais devem ser evitados. Também é importante conferir a embalagem e o número do lote. O registro sanitário garante avaliações de qualidade e segurança, reduzindo riscos à saúde.
O que a ANVISA tem feito para combater a venda irregular de canetas emagrecedoras?
A alta venda de canetas irregulares levou a agência a intensificar a fiscalização. Em abril de 2026, a ANVISA proibiu a fabricação, importação, distribuição, venda e o uso de produtos sem registro no Brasil.
O que fazer em caso de dúvida sobre a procedência da caneta emagrecedora?
Ao desconfiar da origem ou da aparência do medicamento, não use o produto e procure orientação médica.


