Poder da oração
01/04/2025
Poder da oração
01/04/2025

COMPARTILHE

Oposição na Indonésia

Foto: PT47Olivia / Wikimedia

Há dois anos, a Igreja Cristã Toraja (foto ilustrativa), localizada em Paccerakkang, no distrito de Biringkanaya, da cidade de Makassar, na província de Sulawesi do Sul, Indonésia, enfrenta a oposição de grupos muçulmanos à proposta de construção de um templo. Com mais de 281 milhões de habitantes, o país-arquipélago, situado no Sudeste da Ásia, de maioria islâmica, é uma das 50 nações da Lista Mundial da Perseguição, elaborada pela Missão Portas Abertas. Atualmente, os cultos da denominação acontecem na casa de um membro. No entanto, devido ao espaço ser muito pequeno, a igreja solicitou uma licença de construção. O chefe de obras, Makis Wata, não esperava, entretanto, que houvesse tamanha contrariedade de alguns cidadãos muçulmanos, que estenderam uma faixa de protesto na qual se lia: Rejeitamos veementemente a construção de uma igreja e atividades religiosas em Paccerakkang. Moradores da própria comunidade retiraram a faixa, e autoridades locais lembraram que sempre houve respeito entre as religiões naquela região. (Evandro Teixeira com informações de Morning Star News e Christian Daily)


Violência no Haiti

Foto: ChrisOvergaard / Adobe Stock

Localizado na América Central, o Haiti, país de 11 milhões de habitantes, tem convivido com o aumento da violência de gangues na capital, Porto Príncipe (foto). Tal fato acendeu o sinal de alerta para a segurança das crianças durante o horário escolar. A missionária Roseline DeHart, da organização cristã For Haiti With Love, relatou que uma bala perdida atravessou a janela de uma sala de aula e matou um aluno. Por causa disso, as pessoas estão tentando mudar de cidade para que os filhos possam estudar com mais tranquilidade, disse DeHart.

Entretanto, aqueles que optaram por deixar Porto Príncipe estão enfrentando dificuldades para matricular seus filhos em outras unidades de ensino. Para tentar minimizar esse problema, a instituição cristã desenvolveu um programa para achar vagas, ajudar na transferência e auxiliar alunos que tenham problemas de adaptação na nova escola. De acordo com Roseline, cerca de 200 crianças já são amparadas pelo projeto, o qual depende de doações financeiras que cubram o custo do material didático e dos uniformes escolares. (Evandro Teixeira com informações de Mission Network News)


Massacre no Congo

Foto: Erberto Zani / Adobe Stock

No dia 12 de fevereiro, a comunidade de Mayba, na República Democrática do Congo, foi surpreendida por uma violenta ação de grupos extremistas islâmicos. Nas primeiras horas da manhã, milicianos foram de porta em porta retirando à força os moradores cristãos de suas casas. De acordo com relatos, pelo menos 20 pessoas foram amarradas e sequestradas. Os demais residentes do vilarejo, temendo pela vida dos vizinhos, decidiram agir para libertá-los. Porém, no momento em que estavam reunidos, integrantes do grupo rebelde Forças Democráticas Aliadas (ADF, a sigla em inglês) cercaram o local, capturaram outros 50 servos de Deus e os levaram para uma igreja protestante em Kasanga, onde estavam detidos os primeiros reféns. No local, os criminosos decapitaram os 70 prisioneiros. Por causa desse massacre, muitos cristãos da região fugiram.

De acordo com a Lista Mundial da Perseguição (LMP) de 2025, ranking compilado pela Missão Portas Abertas, o Congo, país da África Central de 105 milhões de habitantes, ocupa a 35ª posição entre as 50 nações mais perigosas para os seguidores de Cristo viverem. (Evandro Teixeira com informações de Missão Portas Abertas)


Ataque na Índia

Foto: Rudiernst / Adobe Stock

Um grupo de 50 cristãos foi atacado quando participava de um culto dominical em Bikaner (foto ilustrativa), cidade do estado de Rajastão, na Índia, nação do Sul da Ásia de 1,4 bilhão de habitantes. Segundo relatos, cerca de 200 pessoas entraram na igreja perto do fim da reunião, vandalizaram o local e agrediram os membros da congregação com barras de ferro. Os criminosos alegavam que aquela comunidade cristã praticava conversões forçadas e só deixaram o templo após a chegada da polícia. Os líderes dos agressores exigiram providências das autoridades, que, pressionadas, levaram o pastor, a esposa dele e alguns membros para a delegacia. No entanto, os agentes liberaram os crentes por falta de provas. Por medo de represálias, os servos de Deus optaram por não registrar queixa-crime contra os criminosos, os quais nem sequer foram investigados. (Evandro Teixeira com informações de Christian Solidarity Worldwide – CSW


Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *