
Pastor fala de projeto que busca reabilitar criminosos através da fé em Jesus
07/01/2026
Histórias de oração
09/01/2026COMPARTILHE
Liberdade vigiada

Após 12 anos de detenção na China – país asiático de 1,4 bilhão de habitantes –, o Pr. Zhang Shaojie deixou o presídio em 27 de novembro para cumprir prisão domiciliar. Em sua primeira declaração pública, ele agradeceu aos cristãos de todas as partes do mundo pelas constantes orações: Se não fosse pelas intercessões de muitos, talvez eu não estivesse aqui hoje e poderia, simplesmente, ter desaparecido. Zhang (na foto, com sua mãe, de 84 anos) afirmou que deixar a cadeia justamente no mês em que é celebrado o Dia de Ação de Graças foi uma experiência profundamente marcada pela graça de Deus.
No momento, o pastor está recluso em casa – onde o governo instalou câmeras de monitoramento e reconhecimento facial – e não está autorizado a sair ou receber visitas. Ele foi detido em novembro de 2013, após um debate com autoridades locais sobre um terreno que, legalmente, pertencia à Igreja Cristã do Condado de Nanle, no norte da província de Henan, onde era líder. O objetivo de Zhang e de outros líderes era construir, no espaço, uma nova igreja e um centro ministerial. De acordo com membros da congregação, o pregador foi preso por atrapalhar o plano do governo da província de tomar o terreno e impedir o avanço do trabalho evangelístico. (Patrícia Scott com informações de Release International)
Resgate de terroristas

Terroristas islâmicos convertidos a Cristo estão se tornando evangelistas na Nigéria. Por meio do trabalho da organização cristã Jovens Com Uma Missão (JOCUM), muitos adolescentes e muitas crianças que atuavam como soldados de grupos extremistas têm abandonado o islã. No filme mais recente produzido pela instituição (foto), intitulado Go Africa (Vá para a África), é relatado que mais de 60% dos funcionários da base da JOCUM são ex-milicianos islâmicos que abraçaram o Evangelho. A Nigéria impactará o mundo. Muitos missionários serão enviados. Veremos um modelo de sociedade que Deus deseja estabelecer à medida que há transformações no país, tornando-se discípulo de Jesus, declarou Paul Dangtoudma, líder da organização na nação africana de 232,6 milhões de habitantes e dividida entre o islamismo e o cristianismo. Paul e os missionários envolvidos na obra creem em uma profunda transformação espiritual na Nigéria, que ocupa o sétimo lugar na Lista Mundial da Perseguição (LMP), da Missão Portas Abertas – ranking que elenca os 50 países mais perigosos para os cristãos viverem. (Patrícia Scott com informações de CBN News)
Evangelho nas prisões

O acesso digital em prisões norte-americanas cresceu tanto desde a pandemia de covid-19 que a organização Prisoners For Christ (PFC, a sigla em inglês para Prisioneiros de Cristo) enxergou uma oportunidade de evangelização sem precedentes. Assim, desde janeiro de 2025, a instituição disponibiliza tablets com conteúdos cristãos aos detentos. Por segurança, eles não têm acesso livre à internet, já que o uso é restrito a aplicativos pré-aprovados, como o Pando, usado pela PFC para discipulado. Até o fechamento desta edição, os 46 vídeos publicados pela organização haviam sido visualizados mais de 564 mil vezes, e 702 declarações de fé em Jesus foram registradas. O Pr. Greg Von Tobel (foto), presidente e fundador da PFC, acredita que, em cinco anos, todos os detentos nos Estados Unidos – nação de 341 milhões de habitantes – terão aceso ao dispositivo portátil. Para ele, isso permitirá que ministérios prisionais compartilhem a Palavra aos presos sem precisar estar fisicamente nas penitenciárias. (Patrícia Scott com informações de Mission Network News)
Repressão governamental

Entre 2018 e 2025, mais de 260 líderes cristãos foram expulsos da Nicarágua. Os números evidenciam o agravamento do conflito entre o regime de Manágua e as igrejas naquele país da América Central de 6,9 milhões de habitantes. No mesmo período, pelo menos 5,6 mil organizações sem fins lucrativos foram fechadas e tiveram seus bens confiscados pelas autoridades. Entre elas, havia aproximadamente 1,3 mil instituições religiosas e 54 veículos de comunicação (22 deles religiosos).
Há relatos de desaparecimentos, criminalização de lideranças, tentativas de controle estatal sobre práticas de fé, ameaças de novas taxas, cobrança de impostos, tomada de propriedades e anulação de documentos oficiais. Segundo observadores, o governo do ditador Daniel Ortega (foto) tem utilizado o aparato estatal para limitar a atuação das comunidades religiosas, tratadas como inimigas por defenderem os direitos humanos. (Patrícia Scott com informações de Missão Portas Abertas)


