
Mudança na vacinação
20/08/2026
Visão restaurada
20/08/2026
Maior risco
Um estudo com 25 mil jovens norte-americanos apontou a relação entre o consumo frequente de bebidas açucaradas desde a infância (foto ilustrativa) e o aumento do risco de hipertensão na vida adulta. Publicada na revista científica Circulation, da Associação Americana do Coração, a pesquisa, que acompanhou os participantes por 25 anos, mostrou que quem consumia duas ou mais porções diárias dessas bebidas teve 52% mais risco de desenvolver pressão alta em comparação com quem as ingeria menos de três vezes por semana. A troca de uma porção diária de bebida açucarada por uma fruta reduziu o risco em 22%, e a substituição por água ou leite indicou queda de 13%. Os pesquisadores alertam, entretanto, que a hipertensão está relacionada a múltiplos fatores, como genética, alimentação, peso corporal e abuso no consumo de sal. (Patrícia Scott com informações de Terra)

Hábito perigoso
Um estudo publicado na revista JAMA Network, da Associação Médica Americana (AMA), alerta para os efeitos do uso de telas (foto ilustrativa) ou a permanência sob iluminação intensa no período de sono à noite. Segundo a pesquisa Exposição à Luz Noturna e Incidência de Doenças Cardiovasculares, esse hábito, que desregula o relógio biológico e afeta o sistema circulatório, pode estar associado a algumas doenças entre adultos. De acordo com os cientistas, há um aumento de 56% do risco de insuficiência cardíaca, infarto (47%), doença arterial coronariana (32%), fibrilação atrial (32%) e AVC (28%). Diante dos resultados, os autores da análise recomendam descartar a exposição à luz intensa no período noturno, reduzir o uso de telas antes de dormir, adotar alimentação saudável, praticar atividade física e evitar álcool e cigarro. (Patrícia Scott com informações de CNN Brasil)

Pausas eficazes
Pequenas pausas no trabalho para movimentar o corpo ajudam a reduzir os danos do sedentarismo prolongado. Publicado no periódico científico British Journal of Sports Medicine (BJSM), o estudo da Universidade de Columbia (EUA) mostra que intervalos de cinco minutos durante o expediente (foto ilustrativa) melhoram o humor e reduzem a fadiga, além de favorecer a saúde. Cerca de 60% dos 19.342 participantes da pesquisa realizaram caminhadas de cinco minutos a cada 30, 60 ou 120 minutos durante 14 dias após uma semana de rotina normal. Ao analisarem os resultados do levantamento, os cientistas revelaram que as três frequências de pausa foram classificadas como viáveis, aceitáveis e apropriadas. Eles indicaram ainda que a preocupação com perda de produtividade não se confirmou e concluíram que as paradas são eficazes como estratégia de saúde pública. (Patrícia Scott com informações de Correio Braziliense)


