A GLÓRIA QUE HERDAMOS

28/07/2026

Visão restaurada

28/07/2026

A GLÓRIA QUE HERDAMOS

28/07/2026

Visão restaurada

28/07/2026
Foto: Malik / Peopleimages / Adobe Stock

Dor silenciosa

As dores de cabeça estão entre os problemas neurológicos mais frequentes no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o órgão, estima-se que cerca de 40% da população mundial – em torno de 3,1 bilhões de pessoas – conviva regularmente com episódios de cefaleia (foto ilustrativa), condição que afeta diretamente a qualidade de vida e pode comprometer as atividades diárias. A Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBC) destaca que fatores, como estresse, alimentação inadequada, jejum prolongado, consumo excessivo de álcool, sedentarismo e alterações emocionais, estão entre as principais causas dessas dores. A instituição alerta para os riscos da automedicação e defende o acompanhamento individualizado. O tratamento, de acordo com a SBC, deve envolver uma equipe multidisciplinar formada por neurologistas, psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas e dentistas. (Patrícia Scott com informações de Agência Brasil)



Foto: Maridav / Adobe Stock

“Limpeza” cerebral


A prática de exercícios físicos (foto ilustrativa) pode contribuir diretamente no acionamento de mecanismos de “limpeza” do cérebro, segundo um estudo publicado na revista científica britânica Nature Neuroscience por pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos. O levantamento aponta que a con­tração dos músculos abdominais – inclusive durante atividades leves, como caminhar – ajuda a impulsionar o sangue por uma rede de veias ligada à coluna vertebral e à cavidade abdominal. Segundo os cientistas, esse movimento gera pequenas pressões que alcançam o cérebro e provocam leves deslocamentos dentro do crânio, favorecendo a circulação do líquido cefalorraquidiano, fluido responsável por proteger a região cerebral e auxiliar na remoção de resíduos metabólicos tóxicos produzidos pela atividade neural. (Patrícia Scott com informações de G1)


Foto: Volodymyr / Adobe Stock

Sorriso poderoso

O riso infantil (foto ilustrativa) vai muito além de uma simples demonstração de alegria, segundo a autora, pesquisadora e consultora Jacqueline Harding, da Middlesex University, na Inglaterra. Um estudo recente conduzido por Harding, renomada especialista em primeira infância, mostra que o ato de rir envolve processos complexos do cérebro e exerce influência direta no desenvolvimento emocional e cognitivo das crianças. Conforme a pesquisa, o riso ativa regiões ligadas à memória, ao movimento e à tomada de decisões, surgindo antes mesmo de a fala estar completamente desenvolvida. O levantamento observou também outros benefícios físicos importantes, como a redução de hormônios relacionados ao estresse e o aumento da produção de substâncias associadas ao bem-estar, como dopamina, serotonina e endorfina. Além disso, a prática fortalece os vínculos afetivos entre pais e filhos. (Patrícia Scott com informações de Correio Braziliense)


Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *