Minha Resposta – 323

23/06/2026

DESPENSEIROS DOS MISTÉRIOS

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DESPENSEIROS DOS MISTÉRIOS

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Inovação tecnológica

Foto: Art_spiral / Gerada com IA / Adobe Stock

Pesquisadores brasileiros criaram um sensor eletroquímico capaz de identificar o câncer de pâncreas (ilustração) em estágios iniciais. O sensor detecta a doença, no sangue, com baixas concentrações da glicoproteína CA19-9, a molécula biomarcarcadora desse tipo de tumor cancerígeno. A tecnologia surge como alternativa mais simples e barata aos exames convencionais. A doença não apresenta sintomas no início, e o diagnóstico costuma ser tardio, o que aumenta sua letalidade. Por isso, criamos um biossensor acessível para ampliar o rastreamento, afirmou a professora e coordenadora do projeto Débora Gonçalves, do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da Universidade de São Paulo (USP), ao comentar o teor do artigo publicado por sua equipe na revista científica norte-americana ACS Omega. (Patrícia Scott com informações de Agência FAPESP)



Benefícios da guabiroba

Foto: Adilson / Adobe Stock

A pouco conhecida guabiroba (foto), fruta da mesma família da goiaba, reúne grande quantidade de vitaminas, minerais e fitoquímicos com potencial de proteger as artérias e auxiliar no controle da glicemia, reduzindo, dessa maneira, possíveis riscos de doenças cardiovasculares e de diabetes. O fruto tem sido estudado por pesquisadores da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC Oeste), os quais também analisam outros frutos nativos da Mata Atlântica, como a jabuticaba, a pitanga e o araçá. Entre os destaques da guabiroba estão os compostos fenólicos, especialmente os flavonoides, afirma a engenheira de alimentos Aniela Kempka, coordenadora da pesquisa. De acordo com ela, os cientistas de sua equipe simularam, em laboratório, a digestão e verificaram que os efeitos benéficos dessas substâncias se mantiveram no organismo. Entre os fenólicos da guabiroba, segundo Aniela, estão os ácidos clorogênico, gálico, cafeico e elágico, além do kaempferol, da quercetina e da miricetina, que apresentam ação antioxidante e evidenciam atuação anti-inflamatória. (Patrícia Scott com informações de Agência Einstein)


Manchas na pele

Foto: Arquivo pessoal

Cinco minutos com a
Dra. Patrícia Dalboni

Por Patrícia Scott

Estima-se que o melasma afete em torno de 35% da população feminina em idade fértil no Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). “É mais comum em mulheres, especialmente em idade fértil, devido à influência hormonal. No passado, era chamado de cloasma gravídico por sua relação com a gestação”, explica a dermatologista Patrícia Dalboni. Nesta entrevista à Graça/Show da Fé, a médica fala desse problema, de suas causas e do tratamento adequado para manter a pele saudável.

O que vem a ser melasma?

É uma mancha escura que surge principalmente no rosto (testa, buço, maçãs), embora também possa aparecer nos braços, no colo e em outras áreas.

Quais são as causas?

Fatores hormonais, como gravidez e uso de anticoncepcionais, e exposição à luz solar são as principais causadoras do problema. No entanto, calor, luz de telas e estresse também podem agravar esse tipo de ocorrência.

O melasma é só excesso de melanina [pigmento natural produzido pelos melanócitos que determina a cor da pele, dos cabelos e olhos, além de atuar como escudo protetor contra a radiação UV]?

Não. Hoje se sabe que o melasma também é uma doença inflamatória, a qual aumenta a predisposição em pessoas com maior inflamação no organismo.

O melasma tem cura?

Não. É uma condição crônica que pode ser controlada. Porém, tende a voltar se não houver os cuidados adequados.

Qual é o erro mais comum no tratamento?

Não usar ou aplicar incorretamente o protetor solar, que é essencial.

Em que consiste o tratamento?

Uso de protetor solar, cremes clareadores, medicamentos orais e procedimentos dermatológicos.

Quanto tempo leva para controlar o melasma?

É variável. Pode levar semanas ou chegar a mais de um ano, dependendo do caso.

É possível manter a pele saudável?

Sim. Com constância no tratamento, além de lançar mão dos cuidados diários, é possível manter o melasma sob controle.


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